Ultima atualização 17 de outubro

Aon ajuda na mitigação de riscos com adição do Modelo Agrícola Brasil da Moody’s RMS

Modelo é oferecido em adição à ampla oferta de análise da empresa, que compreende capacidades de modelagem de catástrofes globais e um foco significativo na América Latina

A Aon anunciou na última sexta-feira (13) a geração de valor adicional para seus clientes no Brasil com a inclusão do Modelo Agrícola Brasileiro Moody’s RMS® (BAM) da Moody’s RMS, empresa global de modelagem e soluções de risco de catástrofes, à sua oferta local de modelagem de catástrofes.

O modelo é oferecido em adição à ampla oferta de análise da empresa, que compreende capacidades de modelagem de catástrofes globais e um foco significativo na América Latina, e ajudará as re/seguradoras que operam no setor agrícola brasileiro a avaliar e controlar melhor suas exposições. O Brasil é o quarto maior polo agrícola do mundo, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Após perdas significativas em 2021 e 2022, somente no primeiro semestre de 2023, o agronegócio brasileiro teve prejuízos estimados em cerca de US$ 10 bilhões, principalmente devido à seca na Bacia do Rio da Prata, de acordo com o relatório Global Catastrophe Recap H1 2023 da Aon.

O Modelo Agrícola da Moody’s RMS possibilita que as empresas de seguros e resseguros analisem de forma mais detalhada os impactos financeiros de eventos com risco natural, resultando em estratégias mais eficazes de resseguro, subscrição e gestão de exposição. O novo modelo facilita a alocação e o acesso ao capital e a precificação dos riscos, ao mesmo tempo permitindo que todas as partes envolvidas controlem, avaliem e precifiquem os acúmulos agrícolas.

A Aon é uma das pioneiras na adoção da solução, que é capaz de modelar dois tipos de seguro agrícola:

– Seguro Multirriscos Agrícola (MPCI) para os oito principais tipos de culturas do Brasil: café, milho de primeira e segunda safra, algodão, arroz, soja, cana-de-açúcar e trigo;

– Seguro de Receita para café, milho e soja.

O modelo utiliza dados de riscos naturais de alta resolução para análises estocásticas, com simulação climática de 50 mil anos, e análises históricas usando dados meteorológicos históricos.

“Estamos orgulhosos de trabalhar de perto com as seguradoras e resseguradoras do setor agrícola nesta iniciativa, à medida que procuramos atender às demandas deste mercado em total crescimento. Com o planeta cada vez mais instável, essas empresas precisam de ferramentas mais sofisticadas para quantificar e gerir os riscos que seus negócios enfrentam, a fim de navegar na volatilidade, construir resiliência e moldar melhores decisões”, ressaltou a CEO de Resseguros da Aon para a América Latina, Paula Ferreira.

Julie Serakos, Managing Director da Moody’s RMS, destacou: “A Aon tem sólida reputação por fornecer insights e análises nas quais seus clientes sabem que podem confiar. Estamos muito satisfeitos por trabalhar e colaborar de perto com a consultoria nesta iniciativa. O setor agrícola brasileiro é uma parte importante da economia e ferramentas como o BAM ajudarão empresas a compreender melhor os riscos e apoiar o potencial de crescimento”.

A CEO de Resseguros da Aon para o Brasil, Isabel Solano, destacou: “Iniciativas como o Modelo Agrícola Brasileiro trazem uma melhoria significativa à capacidade da indústria de compreender o acúmulo de seguros agrícolas e a qualidade das subscrições. Além disso, esperamos que essa solução em modelagem ajude nossos clientes a lidarem com limitações de capacidade em um mercado que registrou uma diminuição de capital após o impacto das secas em 2021 e 2022”.

“Nossa equipe de Soluções de Resseguro no Brasil já está ansiosa para trabalhar com a Moody’s RMS e colaborar com nossos clientes nessa iniciativa. Temos certeza de que a chegada desse modelo dará ao país o mesmo status de outros grandes mercados de seguro agrícola no mundo, que também possuem modelos de colheita de fornecedores renomados. Este é um recurso importante, que ajudará nossos clientes a navegar pela volatilidade, construir resiliência contra desastres naturais e, em última análise, tomar melhores decisões de negócios”, finaliza Isabel.

N.F.
Revista Apólice

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