A Escola de Negócios e Seguros (ENS) passa a integrar a iniciativa Trilhas Formativas em Educação Financeira e Securitária, lançada em 10 de junho, em Brasília (DF). O projeto é desenvolvido em parceria com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e terá vigência até 2027.
A proposta busca ampliar o acesso à educação financeira nas escolas e contribuir para a formação de crianças e adolescentes com maior conhecimento sobre consumo, planejamento e proteção financeira.
No projeto, a ENS será responsável pelo apoio pedagógico, incluindo a estruturação dos conteúdos e a capacitação de professores, que atuarão como multiplicadores do conhecimento nas escolas.
Para a diretora-geral da ENS, Paola Casado, a participação da instituição reforça o papel da educação na formação de cidadãos mais preparados para lidar com questões financeiras.
“A ENS tem como missão disseminar conhecimento de qualidade, e integrar uma iniciativa com esse alcance nacional amplia ainda mais o nosso impacto. Estamos contribuindo para formar uma geração mais preparada para tomar decisões financeiras conscientes e construir trajetórias mais seguras”, afirma.
A diretora de Ensino da ENS, Maria Helena Monteiro, destaca que a capacitação dos educadores é um dos pilares da iniciativa. “Ao capacitar professores, conseguiremos levar o conteúdo de forma estruturada e contínua para dentro das escolas. Isso garante que a educação financeira não seja um tema pontual, mas parte da formação dos jovens ao longo de sua trajetória escolar”, explica.
As trilhas formativas foram desenvolvidas em alinhamento com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). A proposta é conectar o aprendizado à realidade dos estudantes, estimulando a autonomia e o planejamento de vida.
O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, destacou a importância da iniciativa para a formação dos jovens. “Não se trata apenas de assegurar a permanência de meninas e meninos em sala de aula, mas de equipá-los com as habilidades e competências essenciais para a vida adulta. Nosso foco é a Educação Financeira, com a formação também dos professores. Queremos que esses estudantes consigam, de fato, conectar seus projetos de vida a um futuro financeiramente mais seguro, evitando que caiam em ofertas de crédito e outros ‘milagres’ financeiros, como jogos de aposta, por exemplo”, disse.
A expectativa é que o projeto alcance cerca de 2 mil municípios, capacite 10 mil professores e beneficie 39 mil estudantes dos ensinos Fundamental e Médio. A iniciativa também prevê o engajamento de até 200 mil jovens em plataformas de inclusão produtiva.





