Ultima atualização 19 de agosto

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Mitsui Sumitomo Seguros lança Seguro Garantia

Objetivo da seguradora é complementar seu portfólio corporativo, ajudando o corretor a oferecer aos seus clientes uma solução financeira

Com o DNA do Grupo MSIG em seguros corporativos e resseguros, a Mitsui Sumitomo Seguros acaba de lançar o produto de Seguro Garantia. O Grupo continua consolidando sua posição na Ásia, tendo feito a aquisição no final de 2018 da First Capital, companhia de Seguros Corporativos em Singapura, pertencente ao Grupo Fairfax Financial.

Com esta integração, firma-se também uma parceria para possibilitar o crescimento e criação de sinergia entre os dois grupos seguradores no mundo. No Brasil esta sinergia inicia-se com o lançamento do Seguro Garantia.

“O garantia complementa nosso portfólio corporativo com riscos patrimoniais, operacionais,
riscos de engenharia, de responsabilidade civil e de transportes. Atuaremos com todas as
modalidades, desde a oferta de garantias contratuais até as garantias judiciais. Queremos ter a grade de proteção completa para o corretor ofertar aos seus clientes uma solução financeira necessária para que nenhum imprevisto abale o alicerce dos negócios”, diz Mauro Caetano, diretor Técnico da empresa.

O seguro garantia contratual assegura o cumprimento de obrigações estabelecidas entre duas partes, garantindo indenização em caso de prejuízos decorrentes do inadimplemento pelo contratado. Já o seguro garantia judicial funciona como alternativa eficaz ao depósito judicial e à penhora de bens especialmente em processos trabalhistas ou tributários, eliminando a necessidade de vinculação de recursos da empresa durante a discussão processual. Segundo dados da Susep, o produto mostrou um crescimento significativo entre 2019 e 2020.

“Trata-se de um segmento muito importante para o Brasil neste momento. Enquanto o seguro garantia de contratos tem forte demanda para baixar custos dos financiamentos de obras de infraestrutura, o garantia judicial permite que o dinheiro depositado em ações judiciais seja liberado para fortalecer o fluxo de caixa da empresa. Diante do aperto financeiro trazido pela pandemia, trata-se de um instrumento indispensável”, ressalta Caetano.

N.F.
Revista Apólice

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