Ultima atualização 30 de setembro

II Fórum de Saúde: evolução do setor requer foco na atenção primária

O evento da Mercer Marsh Benefícios debateu a necessidade do trabalho focado em prevenção para garantir a sustentabilidade do sistema

A importância da atenção primária na saúde é cada vez mais reconhecida pelo setor,
uma vez que foca na atuação preventiva melhorando as condições de vida para a população e diminuindo os gastos na área da saúde. O assunto foi debatido durante o II Fórum de Saúde da Mercer Marsh Benefícios, promovido pela consultoria em São Paulo.

O evento reuniu diversos profissionais do setor e contou com a presença de lideranças como a superintendente de Gestão de Saúde da Mercer Marsh Benefícios, Antonietta Meideiros; a diretora de Estratégia e Novos Negócios da Qualirede, Martha Oliveira; e o médico e escritor Drauzio Varella.

Durante a abertura do evento o diretor comercial da companhia, Raul Nechar, afirmou que a saúde suplementar hoje é uma pauta não somente do RH, mas da empresa como um todo. “O modelo de atenção primária vem ganhando força e tem a tecnologia como principal aliada. Nosso propósito é estimular discussões e de alguma maneira mudar o mindset na cadeia de saúde”, afirma o executivo.

Leia mais: Fórum debate tecnologias para gestão e controle de custo em saúde

Martha foi uma das primeiras a se apresentar no evento e lembrou que a saúde suplementar no Brasil vive um período decisivo de mudanças e que a contenção de custos deve se iniciar com uma maior conscientização da população, médicos e demais envolvidos.

Para a gerente de produto saúde da empresa, Marcia Frei, o Brasil possui um modelo de saúde fragmentado, com pouca integração de dados. “Nosso modelo assistencial não privilegia a prevenção de doenças. O uso de tecnologias que integrem dados é muito importante para que possamos evoluir nesta mudança de modelo”, explica.

O encerramento do evento foi realizado com a palestra de Drauzio Varella. “É preciso focar na prevenção e não na doença. Ao reduzir os riscos das enfermidades, a medicina preventiva consequentemente reduz os gastos do setor”, afirma Varella.

G.R
Revista Apólice

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