Ultima atualização 07 de outubro

Mitos sobre a distribuição de seguros no Brasil

Tecnologia muda o modelo de venda no mercado e, ao mesmo tempo, traz alguns mitos. Mas os executivos garantem que nada vai substituir a figura do corretor

seguros

Conec 2016 – Os números comprovam que as empresas vivenciam uma nova dinâmica de venda: 41% das pessoas nas redes sociais pesquisam antes de comprar algum produto e dois em cada três internautas enviam um feedback às marcas através deste canal de comunicação. Além disso, 54% dos clientes seguem as empresas no Twitter e 74% das companhias tem sua fanpage curtida pelos consumidores no Facebook.

As mudanças chegam também ao mercado segurador, evidenciando aos corretores que quem não acompanhar este movimento certamente ficará para trás. Ao mesmo tempo, alguns mitos surgem quando o assunto é a venda online no setor, principalmente o fato de que o e-commerce não exige a figura do corretor.

“A profissão de corretor não vai acabar. Ele é o operador, o intermediário, e vai perpetuar independente do canal de venda”, assegura Matias Ávila, vice-presidente comercial da SulAmérica. Ele traça o perfil do novo cliente, que prioriza o auto serviço e o tempo reduzido na solução de seus problemas, Justamente por isso é que a atividade do corretor estará cada vez mais focada no pós venda e no aconselhamento.

“Sem nós a venda na internet não existe”, acrescenta Ricardo Ricci, coordenador da Comissão de Interesses do Corretor de Seguros do Sincor-SP, afirmando que o potencial de venda ainda está com o corretor. “Mas é importante que o profissional participe disso”.

Cross selling

O cross selling  e o multicanal representam a quebra de modelo mental no setor. “Temos a oportunidade de oferecermos outros tipos de seguros quando o cliente adquire um primeiro produto”, afirma o diretor comercial da Bradesco Seguros, Isair Paulo Lazzarotto.

Os corretores da primeira geração, inclusive, já entenderam que uma corretora monoproduto não se sustenta e já mudaram seu conceito.

Não ao comodismo

É preciso correr atrás de novos produtos. Destaque para os seguros viagem e os planos de previdência, além das proteções voltadas a pequenas e médias empresas.

Lívia Sousa
Revista Apólice

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