Ultima atualização 03 de fevereiro

Aon arrecada R$320 milhões em prêmios de seguros massificados

Maior acesso a bens de consumo aumenta o interesse da população de baixa renda por proteção financeira, garantia estendida e seguro contra perda e roubo

Os chamados seguros massificados são uma aposta antiga das seguradoras e corretoras para conquistar as classes C e D. Tradicionalmente, esses públicos não tinham o hábito de contratar e a renda necessária para serem contempladas pelo setor. Com o aumento da capacidade de consumo da população, o mercado nunca esteve tão aquecido. Na Aon Affinity o valor de prêmios chegou a mais de R$ 320 milhões em 2012.
O valor é expressivo para um mercado de seguros de baixo custo, com produtos como proteção financeira, garantia estendida, perda e roubo, acidentes pessoais, vida, etc, que podem custar de R$5,00 a R$30,00 por mês. Além do preço acessível, outra semelhança entre esses produtos é a comercialização via empresas parceiras.
Diferentemente dos seguros tradicionais, a massificação ocorre por meio de parceiros com capilaridade e acesso ao consumidor final por distribuição em massa, ou seja, são oferecidos diretamente aos compradores, como varejistas, setores de eletricidade ou telecom. “Ao comprar um bem financiado como um celular, por exemplo, o vendedor pode oferecer seguro de proteção financeira que garantirá o pagamento das parcelas em caso de desemprego, invalidez, incapacidade, morte ou proteção de roubo e furto ao próprio bem. A oferta pode ser feita também no momento da recarga”, explica Christianne Reis, diretora de desenvolvimento de negócios e vendas da Aon Affinity.
De acordo com a executiva, a percepção do público para a necessidade da proteção é o que faz com que o seguro seja um sucesso. “O custo não é alto, mas, mesmo assim, o consumidor tem que sentir que pode precisar do serviço e, por esse motivo, nos preocupamos em desenvolver produtos que supram necessidades reais”, conta. Christianne revela também que toda essa atenção se refleteem números. ”Noano passado aprovamos mais de R$ 7,8 milhões em sinistros”.
Um levantamento interno mostra que a classe C tende a preferir seguros de vida e patrimônio, enquanto a classe D prefere se proteger contra desemprego, invalidez e acidentes pessoais. “Para a classe C, a família é a base da maioria dos valores que precisam ser protegidos, enquanto que a D prefere se assegurar contra qualquer tipo de situação que possa impedir de ter a sua renda mensal”, complementa Christianne Reis.

A.C.
Revista Apólice

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