Ultima atualização 27 de janeiro

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Generali aponta tendências do seguro para 2026

Com o futuro e a inovação em mente, a Generali Brasil elaborou um panorama com as principais tendências que devem moldar o setor de seguros no país ao longo de 2026. Focada em canais B2B e B2B2C, a companhia observou as perspectivas para o setor, de acordo com análises de entidades e órgãos reguladores, junto das suas próprias expectativas e insights.

Para o CEO da Generali Brasil, Eric Lundgren, estar na vanguarda do mercado é parte da estratégia da companhia. “Estamos atentos à expansão dos seguros corporativos, à personalização viabilizada pela inteligência artificial e à força das parcerias em ecossistemas abertos. Essas evoluções estão redefinindo a forma como as pessoas e empresas percebem o valor da proteção. Nosso papel é transformar essas oportunidades em soluções tangíveis: simples, acessíveis e relevantes para cada perfil de consumidor”, diz o executivo. 

Seguro de vida corporativo em crescimento: Empresas ampliam soluções de seguro de vida para atender a demanda crescente por coberturas para grandes riscos corporativos e por planos personalizados. As opções são feitas não apenas pensando nas empresas como clientes, mas como uma vantagem real para colaboradores, que enxergam o benefício como um diferencial que serve como ferramenta de retenção de talentos e valorização das pessoas.

Microsseguros embutidos ganham escala: A expansão de microsseguros vendidos por parceiros, como bancos e varejistas, ganha força por estar inserido na jornada do cliente. A oferta integrada ao processo de aquisição de um produto ou serviço facilitam a aderência, uma vez que os consumidores entendem com mais facilidade a importância da proteção financeira ou garantia estendida de bens. Além da camada extra de segurança, estas soluções tendem a ter valores acessíveis, com coberturas amplas sem comprometer a renda.

Inovação tecnológica e novas funções para uso da IA: Com a consolidação das ferramentas de inteligência artificial, as seguradoras irão utilizar análise massiva de dados e automação de processos para oferecer aos consumidores experiências aprimoradas. A aplicação destas tecnologias oferece ganho operacional e agilidade nas mais diversas áreas das companhias, seja no momento da contratação de seguros personalizados, no atendimento ao cliente mais assertivo e até mesmo no pipeline de abertura de sinistros.

Distribuição via parceiros e avanço do Open Insurance: Modelos de distribuição baseados em contratos corporativos e parcerias comerciais se popularizam como uma forma de ampliar o alcance das seguradoras. A evolução do Open Insurance e o uso de APIs abertas permitem integrações mais rápidas e seguras entre ecossistemas, favorecendo ofertas sob medida e maior transparência na experiência do cliente.

Riscos emergentes e foco em prevenção: A crescente exposição a riscos digitais intensifica a procura por ciberseguros e soluções integradas de prevenção. Paralelamente, critérios ESG ganham peso na subscrição e no desenvolvimento de produtos, com seguradoras ofertando não apenas coberturas, mas serviços de mitigação de risco e iniciativas voltadas à sustentabilidade e resiliência climática.

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