Ultima atualização 01 de dezembro

Fenacor, Ibracor e ENS lançam Infraestrutura Brasileira de Proteção a Riscos

Através de uma plataforma, corretores poderão acessar dados de serviços eletrônicos para acompanharem o ciclo de vida dos contratos de seguros

EXCLUSIVO – Em uma coletiva de imprensa realizada na tarde de hoje, 01 de dezembro, a Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros), o Ibracor (Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros) e a ENS (Escola Nacional de Negócios e Seguros) anunciaram o lançamento da Infraestrutura Brasileira de Proteção a Riscos.

A Infraestrutura elaborada pelas organizações está prevista para ser disponibilizada ao mercado no início de 2023. Através de uma plataforma, os corretores de seguros poderão acessar dados de serviços eletrônicos para acompanharem o ciclo de vida dos contratos de seguros, tendo disponível todas as informações de uma apólice até a eventual regulação e pagamento de indenizações.

Para isso, as instituições estruturaram uma central de serviços eletrônicos compartilhados para o setor de seguros, visando proporcionar, principalmente, a criação de um ambiente de negócios confiável no meio digital. “Essa é uma grande evolução da Fenacor, aliada aos sindicatos e a ENS. Além disso, essa ação fortalece a atividade das autorreguladoras, que atuam como órgãos auxiliares da Susep”, disse Armando Vergílio, presidente da Federação.

Segundo Armando, já estava na hora do mercado desenvolver uma solução inteligente e viável para expandir a produção do setor e dos corretores de seguros. “Já falamos há algum tempo sobre a necessidade da diversificação da carteira dos corretores. Essa Infraestrutura vai aumentar o aproveitamento dos investimentos feitos pelas seguradoras para se adaptarem ao Open Insurance, ligando essa parte com a distribuição dos produtos”.

Joaquim Mendanha, presidente do Ibracor, ressaltou que a entidade assumiu o papel de guiar os corretores sobre as práticas legais do setor. “Seguiremos os padrões, normas e procedimentos do Open Finance através da participação de um comitê deliberativo do Banco Central. Iniciativas como essas são fundamentais para interiorizar a cultura de seguros no Brasil, e os corretores precisam acompanhar esse movimento”.

Mendanha também afirmou que os serviços são tecnológicos, mas há toda uma infraestrutura para que o mercado possa oferecer um melhor atendimento. “Nosso foco é o corretor. Contudo, ao investir em uma solução que facilita a rotina desse profissional, o consumidor será beneficiado com uma assistência ainda mais humanizada e atenta às suas necessidades”.

Durante a coletiva, os representantes das organizações reforçaram que, neste momento, todos os investimentos feitos na plataforma são oriundos das instituições que compõe a Infraestrutura Brasileira de Proteção a Riscos. Além disso, o custo para acessar a ferramenta irá depender do quanto o corretor irá utilizá-la. O uso do serviço será facultativo.

Lucas Vergílio, presidente da ENS, ressaltou que a Fenacor e a Escola irão oferecer capacitação para todos os corretores que estiverem interessados em acessar a ferramenta. “Tão importante quanto a tecnologia, é a capacitação e o registro desses profissionais. Tentaram colocar a imagem de que o corretor não era disruptivo e inovador, e a pandemia só comprovou o quanto a categoria é fundamental para o mercado de seguros. A Infraestrutura Brasileira de Proteção a Riscos é a primeira novidade de muitas que estão por vir no próximo ano. Graças aos últimos esforços da Susep, estamos vivendo um momento de inovação do setor”.

Nicole Fraga
Revista Apólice

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