O Grupo Exalt criou a Exalt Saúde para apoiar corretoras interessadas em ampliar a atuação nos segmentos de saúde e odontológico. A estrutura atende empresas que ainda não possuem equipe ou recursos próprios dedicados à área e oferece suporte técnico, comercial e operacional para a comercialização dos produtos.
Segundo Alexandre Federman, CEO do Grupo Exalt, a operação foi estruturada para apoiar as corretoras em diferentes etapas da atuação no segmento. “Assumimos a operação da Exalt Saúde em conjunto com o grupo Grupo Exalt com o compromisso de consolidar uma estrutura especializada, integrada e preparada para apoiar as corretoras em todas as etapas da atuação no segmento de saúde. Nosso papel é oferecer conhecimento, suporte comercial e capacidade operacional para que nossos parceiros ampliem seus negócios com segurança, eficiência e consistência”.
Na prática, o modelo permite que as corretoras explorem a área de saúde sem precisar estruturar inicialmente uma equipe exclusiva, desenvolver processos próprios ou investir em capacitação interna. A Exalt Saúde também atende corretores que não fazem parte do Grupo Exalt.
A operação reúne conhecimento técnico em saúde suplementar, apoio em negociações, operacionalização das vendas e suporte comercial durante o atendimento aos clientes. A proposta é oferecer às corretoras uma estrutura especializada para incorporar a vertical de saúde ao portfólio.
A Exalt Saúde também prevê expansão regional e digital da operação, com foco nos segmentos de seguros de saúde e odontológicos.
“A empresa avança em sua estratégia de expansão regional e digital, e oferecer suporte cada vez mais qualificado aos profissionais que atuam na comercialização de seguros. Como parte de sua visão estratégica no plano de expansão, o Grupo Exalt se compromete com a proximidade e a excelência no relacionamento com empreendedores e líderes do setor. A proposta é contribuir para que o cuidado com a saúde seja associado a uma experiência mais segura, eficiente e positiva, tanto para parceiros comerciais quanto para os beneficiários”, concluiu Federman.







