Ultima atualização 23 de janeiro

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Seguralta reúne franqueados em São Paulo para a sua 14a. Convenção

Reinaldo Zanon e Gustavo Zanon
Reinaldo Zanon e Gustavo Zanon

EXCLUSIVO – A consolidação de uma operação em rede não se mede apenas por discurso, mas, sobretudo, por números. Os dados apresentados durante a 14a. Convenção da Seguralta deixam claro o ritmo de crescimento atingido em 2025. Foram 112 novas unidades incorporadas à operação ao longo do ano, ampliando de forma significativa a presença territorial e o alcance do ecossistema de corretores, que hoje já somam mais de 1800 franqueados.

“Eu espero este evento o ano inteiro, para estar aqui com vocês”, comemorou Reinaldo Zanon, CEO do Grupo Zanon. Para ele, é importante construir o relacionamento com os franqueados no dia-a-dia, pois a troca de experiências é a forma mais rápida de evoluir profissionalmente. Como uma das novidades deste ano, Reinaldo cita a abertura à participação de corretores não franqueados. O número de participantes da Convenção Seguralta chegou a quase duas mil pessoas, no teatro Celso Furtado, no Anhembi, em São Paulo.

Outro indicador que chama atenção é o volume de investimentos realizados: R$ 6 milhões aplicados diretamente em estrutura, tecnologia, capacitação e desenvolvimento de produtos. Segundo a liderança, grande parte das entregas previstas para 2026 já está pronta, o que demonstra uma estratégia de antecipação e maturidade operacional. “O que a gente vai trazer este ano já está estruturado. Isso dá equilíbrio para a operação e segurança para quem cresce com a gente”, avaliou Gustavo Zanon, CEO da Seguralta.

No centro da transformação da Seguralta está a tecnologia. O aplicativo, considerado internamente como o principal hub de relacionamento do corretor com a companhia, passou por uma nova rodada de evolução. “Se já era o melhor app de corretor do mercado, agora ficou ainda melhor”, disse o Gabriel Moreira, suprintentende comercial. A plataforma ganhou melhorias de performance, novos recursos e maior capacidade de integração com processos comerciais e de gestão, reforçando a estratégia de digitalização da rede.

Mas é no impacto financeiro que os números ganham ainda mais peso. Em 2025, a operação registrou quase R$ 100 bilhões em comissões, com um crescimento de R$ 17 bilhões em relação ao ano anterior. O dado não apenas demonstra expansão de negócios como reflete diretamente no aumento da renda dos corretores e no fortalecimento da cadeia de distribuição.

“Isso significa mais dinheiro no bolso do corretor, mais serviço sendo gerado e mais oportunidades para todo mundo. É isso que importa”, destacou Gabriel. “O crescimento expressivo reforça o posicionamento da empresa como uma plataforma de aceleração de resultados para a corretagem”, enfatizou Gustavo.

A mensagem central que ficou do encontro é que os indicadores financeiros caminham junto com um propósito claro. “É bom ganhar dinheiro, mas é ainda melhor realizar sonhos”, reforçou Gustavo.

Receita de quem cresceu em 2025

A apresentação de Gabriel Moreira também trouxe uma leitura objetiva dos indicadores que, na prática, diferenciam os corretores que conseguem crescer de forma consistente acima de 20% ao ano. De acordo com os dados compartilhados, o primeiro pilar está na maximização da renovação de carteira. Entre os franqueados que atingiram esse patamar de crescimento, a taxa média de renovação foi de 83,2%, apenas alguns pontos percentuais acima da média geral da rede, que gira em torno de 80%. “O dado mostra que não se trata de um resultado inalcançável, mas de disciplina operacional e foco em processos bem estruturados de relacionamento e acompanhamento do cliente”, ponderou Gabriel.

O segundo compromisso está ligado à eficiência comercial na própria renovação, especialmente na média de comissionamento. Enquanto alguns franqueados trabalham com percentuais entre 13% e 14%, os que mais cresceram operaram, em média, com 18,3% de comissão. Somados, esses dois indicadores – renovação e comissão média – respondem por aproximadamente 53% da alavanca de crescimento dos corretores de maior performance  .

O terceiro pilar, considerado pelos executivos como o mais relevante, é o avanço em novos seguros. Os corretores que cresceram acima de 20% registraram, em média, 32% de crescimento apenas em seguros novos no ano. Esse movimento foi potencializado pelo cross-sell, com média de 1,4 produto por cliente, reforçando a lógica de que ampliar o ticket médio dentro da própria base é mais eficiente do que depender exclusivamente da captação externa. Para Gustavo, a mensagem é clara: “o cliente já conquistado representa uma oportunidade concreta de dobrar o tamanho do negócio, desde que haja estratégia e portfólio adequado”.

Kelly Lubiato, de São Paulo

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