EXCLUSIVO – Os especialistas são unânimes ao afirmar nas páginas da Apólice que, em breve, o uso da Inteligência Artificial será tão natural quanto a energia elétrica. Ela é uma Tecnologia de Propósito Geral (ou TPG, do inglês General Purpose Technology), uma inovação tão profunda e abrangente que altera a própria estrutura da economia e da sociedade.
O nosso pensamento é linear, mas o desenvolvimento da IA é exponencial, com novas capacidades e aplicações. Por isso, ainda temos alguma dificuldade de compreensão, que vai diminuindo a cada dia.
Agora vivemos a era da IA Agêntica, aquela que será preparada para tomar decisões por nós. Mesmo com todo o avanço desta tecnologia, ainda é primordial o bom treinamento da IA. Nas empresas, o desafio atual é a integração da IA preditiva, generativa e agêntica para transformar as operações burocráticas em estratégias de inteligência, com o objetivo de melhorar a experiência do cliente.
Nisso estão incluídos produtos e serviços cada vez mais personalizados e ajustados às necessidades de nichos, por enquanto. A hiperpersonalização ainda é um objetivo a ser alcançado em breve. O gargalo, como contam os especialistas à Apólice, está em medir qual é o retorno real de todo o processo de aplicação da IA nas operações, porque os resultados podem ou não aparecer rapidamente.




