EXCLUSIVO – A Latin Re apresentou seu novo espaço com a proposta de transformar o ambiente físico em um ponto de encontro voltado à construção e fortalecimento de relacionamentos com clientes e parceiros do mercado. A iniciativa ocorre em um momento em que o setor enfrenta desafios ligados ao atual ciclo de soft market e à pressão sobre margens de negócios. Ela inaugurou seu novo escritório em São Paulo dia 14 de maio com um evento que reuniu seus 67 colaboradores, e colocou o mote “Pessoas que se importam fazem melhor” para funcionar. Com mais de R$ 2 bi em prêmios emitidos desde 2019, a empresa agora olha para o futuro.
Felipe Aragão, CCO da Latin Re, quando a empresa alugou o espaço e começou a sua adaptação, pensou em fazer um espaço de interação para relacionamento. “Há mais cadeiras fora das baias do que dentro. Investimos em espaços de relacionamento e cada ambiente foi pensado nisso”. O novo ambiente foi desenhado para estimular encontros, conexões e ampliar a interação entre a companhia, clientes e profissionais do mercado.
Segundo Juliana Souza, COO da empresa, explicou que a mudança não representa apenas uma alteração de endereço, mas a materialização de uma cultura organizacional baseada em proximidade e relacionamento. “Na verdade, não é nenhuma questão de mudança, mas eu acho que a gente consegue materializar o que acreditamos, que é a construção das relações”, ressaltou.
Ela acrescentou que a proposta é transformar o local em um espaço contínuo de convivência e desenvolvimento de negócios. “Vai ser aqui que a gente vai vibrar, construir, conquistar e celebrar as nossas vitórias”, disse Juliana.
Ao comentar as perspectivas para 2026, Juliana Souza destacou que ainda é cedo para conclusões mais definitivas, mas avaliou que o mercado já apresenta sinais claros de um ambiente mais desafiador. “O ano de 2026 tem sido um ano desafiador, de muitas adequações, tanto de momento quanto de mercado. A gente tem falado muito que é um momento de soft market, mas também é um período de trabalho duro”, ponderou.
Na avaliação da executiva, embora empresas estejam habituadas a ambientes competitivos, o atual cenário exige maior esforço operacional e capacidade de diferenciação. “É muito mais difícil trabalhar no soft market por uma questão de margem. As margens ficam muito reduzidas e o preço acaba sendo a variável mais importante. No hard market é muito fácil todo mundo se destacar e as empresas se darem bem. No ambiente de soft market, só sobrevive quem é bom. Eu acho que isso também é uma oportunidade para nós”, concluiu.
Kelly Lubiato





