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Estudo Chartis aponta SAS como melhor opção à Basileia III

O primeiro relatório Chartis sobre as soluções para a Basileia III apontou a tecnologia SAS como primeira opção, tanto na oferta completa de soluções, quanto no potencial de participação de mercado. O estudo analisou as melhores tecnologias para o cumprimento e adequação às novas regras da Basileia III, incluindo modelos de dados, análise flexível e em tempo real, motores de cálculo de capital e suporte específicos para análise de diversos tipos de risco.

O relatório indica também a necessidade inerente de uma gestão de risco centralizada, de alta qualidade e seguindo padrões de auditoria. “O sucesso do SAS deve-se à atuação como fornecedor global de soluções que atendem às regras da Basiléia II e seus investimentos recentes em análise de alto desempenho de risco para posicioná-lo como líder no mercado de Basileia III”, afirma Peyman Mestchian, gerente de parcerias da Chartis Research.

O estudo Chartis indicou ainda vantagens e diferenciais das soluções SAS, como a gestão de dados e o detalhamento do modelo de informações bancárias, que oferecem uma visão sólida de risco. Além disso, a Chartis destacou as vantagens do processamento analítico de alta performance (in-memory analytics) do SAS para apoiar a gestão de risco em tempo real, sob demanda, a capacidade de endereçar novas exigências e maior facilidade de migração entre abordagens padrões para análises avançadas.

“As organizações financeiras precisam compreender como os riscos estão interligados e como as ligações afetam os negócios. Com a suíte SAS, elas conseguem afinar sua estratégia empresarial de risco para se adequar às regulamentações e focar em melhores decisões de negócios”, afirma David Rogers, gerente global de marketing de produto para risco do SAS.

Segundo Renato Fiorini, especialista de risco do SAS Brasil, o acordo da Basileia III será gradualmente implementado até 2019 com regras que já entram em vigor no ano que vem. “Os índices de liquidez de curto e longo prazo passarão a valer em janeiro, por exemplo. Para os brancos brasileiros, quanto antes for feito um planejamento de adoção das novas regras, melhor será o resultado ao final do processo migratório”, afirma.

Além disso, o executivo destaca ainda que para aprimorar a mensuração dos riscos, a organizações precisam realizar cálculos sofisticados de mensuração de risco com elevada frequência. “Isso é um desafio para bancos com grandes volumes de dados, que normalmente adotam modelos simplificados ou limitam essas análises aprimoradas para pequenos portfólios ou simulações ocasionais. Adotar uma gestão que abranja todas as operações de maneira sistemática só será possível para elas com as tecnologias de alta performance”, relata Fiorini.

 

G.F.

Revista Apólice

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